Ano Novo

No geral perdemos nossa capacidade de identificação com o que fazemos. Poucos são os que podem assinalar sua contribuição pessoal para a sociedade. A produção em série de tudo, bens de consumo, escolas, comportamento, moradias, fez do homem uma máquina que vive sem nenhuma habilidade especial. Aí vêm as interrogações: – quem sou? – aonde…

Você precisa do quê?

No que pensa essa figura? Qual a novidade que vê todo dia? Qual lugar novo que descobre? Qual seu novo amigo? Uma lagarta? uma formiga? Um cão? O gato do vizinho? Quais as necessidades reais que temos e quais inventaram pra nos escravizar? Você precisa realmente do quê?